Às 13 h 21 (horário de Brasília), desta terça-feira (09), o contrato de julho da soja operava com perdas de 3,75 pontos e 0,43% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 861.00/bushel. O agosto caía 3,50 pontos e 0,40%, a US$ cents 864.00/bushel.
O mercado reflete a informação do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla inglês) de que o plantio da oleaginosa da safra 2020/21 no país atingiu 86% da área prevista até a semana do dia 07 de junho. O resultado mostrou ritmo acelerado do plantio que está mais adiantado que no mesmo período de 2019, com 54% e da média de cinco anos de 79%.
Ontem (08), o USDA apresentou que os embarques do país totalizaram 213 mil toneladas até a semana do dia 04 de junho, uma queda de 47% sobre a semana anterior e de 74% ante a média semanal necessária para totalizar a safra.
Além disso, também segue no radar dos traders a melhora na demanda chinesa pela soja brasileira e crescimento da finalização avançada da colheita na Argentina em meio ao foco da disseminação da pandemia na América do Sul.
Já em aspecto positivo, a expectativa permanece voltada para a recuperação financeira dos Estados Unidos, países da Europa e Ásia com a retomada das atividades econômicas nas últimas semanas. Nova York, epicentro do COVID-19 nos EUA, reabriu suas atividades na véspera.
A DATAGRO Consultoria analisou os dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) e constatou que o percentual de infecção e óbitos causados pelo COVID-19 se manteve em 2% e 1%, respectivamente, entre os dias 8 de maio e 8 de junho.
A taxa de mortalidade global passou de 5,72% para 5,68% entre os dias 7 e 8 de junho.