Às 13 h 07(horário de Brasília), desta terça-feira (15) o contrato de novembro da soja recuava 7,75 pontos e 0,77% na Bolsa de Chicago, negociado a US$ cents 995.50/bushel. O janeiro caía 6,00 pontos e 0,60%, a US$ cents 996.00/bushel.
Os vencimentos perdem força com a movimentação técnica de realização dos lucros depois dos ganhos no início da sessão e na véspera, em que o contrato de janeiro atingiu o patamar de US$ cents 1003/bushel, máxima em mais de dois anos.
Apesar disso, as perdas são limitadas pela atenção do mercado na previsão de clima seco para a maior parte do Meio-Oeste dos EUA nos próximos dias, conforme informações do Centro de Previsão Meteorológica (WPC) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês).
O otimismo também acompanha a demanda chinesa e global aquecida ainda em meio à pandemia do COVID-19. Hoje, o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês) reportou uma nova venda de 120 mil toneladas do milho norte-americano 2020/21 para destinos desconhecidos.
Além disso, foram 132 mil t de soja para a China e outras 120 mil t para destinos não revelados no mesmo ano comercial.
Vendas de 129 mil toneladas e 140 mil t da oleaginosa dos EUA foram realizadas para a China na véspera referente ao ano comercial de 2020/21. Outra venda de 318 mil t foi realizada para destinos não revelados, referente ao mesmo ano comercial.
Ontem (14), o USDA também apontou que as lavouras norte-americanas em condições boas/excelentes atingiram 63% até dia 13 de setembro, uma piora de 2 pontos percentuais sobre os 65% da semana anterior.