Às 08 h 40 (horário de Brasília) desta quarta-feira (29), a soja na Bolsa de Chicago avançava 4,25 pontos e 0,47% no contrato de março, negociada a US$ cents 899.25/bushel. No maio, o avanço era de 4,25 pontos e 0,47%, a US$ cents 913.25/bushel.
No fechamento de terça-feira (28), a oleaginosa recuou 2,25 pontos e 0,25% no contrato de março, negociada a US$ cents 895.00/bushel. O maio caiu 2,00 pontos e 0,22%, a US$ cents 909.00/bushel.
O mercado da soja opera em valorização técnica na sessão desta quarta-feira na CBOT depois de dias seguidos de perdas acompanhando as preocupações mundiais com a China, principalmente por conta do novo coronavírus que ocorre no país.
Outro fator que pressionou a soja nestes últimos dias foi a informação de melhores condições climáticas para o desenvolvimento da safra e início da colheita. A Companhia Nacional de Abastecimento (CONAB), por exemplo, estima safra recorde da oleaginosa em 122 milhões de toneladas.
O mercado espera o novo relatório de registros de embarques semanais que será divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) nesta quinta-feira (30).