Às 08 h 49 (horário de Brasília) desta terça-feira (11), a soja na Bolsa de Chicago operava com alta de 1,50 ponto e 0,17% no contrato de março, negociada a US$ cents 885.75/bushel. O maio tinha alta de 1,50 ponto e 0,17%, a US$ cents 898.75/bushel.
No fechamento de sexta-feira (10), a oleaginosa avançou 2,25 pontos e 0,26% no contrato de março, negociada a US$ cents 884.25/bushel. O maio também subiu 2,25 pontos e 0,25%, a US$ cents 897.27/bushel.
O mercado opera em alta com certa expectativa com o relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês), além do ritmo mais lento de colheita no Brasil em função das chuvas recentes.
Por outro lado, os embarques semanais da oleaginosa tiveram queda de 56% ante a semana anterior, indo de 1,37 milhão de toneladas para 604 mil toneladas, segundo o USDA na véspera.
O mercado também está atento ao número de infectados pelo coronavírus na Ásia que chegou a aproximadamente 43 mil pessoas e 1.000 mortos. Entretanto, o número de pessoas que se recuperaram também aumentou para 4 mil.