Às 08 h 07 (horário de Brasília) desta quarta-feira (04), a soja na Bolsa de Chicago subia 2,50 pontos e 0,28% no contrato de maio, negociada a US$ cents 906.00/bushel. O julho também registrava alta de 2,75 pontos e 0,30%, a US$ cents 916.25/bushel.
No fechamento de terça-feira (03), a oleaginosa subiu 2,50 pontos e 0,28% no contrato de maio, negociada a US$ cents 902.50/bushel. O julho registrou avanço de 2,75 pontos e 0,30%, a US$ cents 913.50/bushel.
Os futuros da soja continuam sendo sustentados pelas sinalizações econômicas de contenção aos efeitos do COVID-19 na economia global. O Federal Reserve (FED), em uma medida emergencial, cortou as taxas de juros dos EUA em 0,50 ponto percentual para uma meta de 1% a 1,25%.
Os investidores esperam que a China retorne às compras de grandes remessas dos produtos agrícolas norte-americanos para cumprir o acordo comercial “fase 1” assinado no início de 2020.
Outro desdobramento importante são as “retenciones” que o governo argentino estará aplicando às exportações de soja a fim de gerar mais receita ao país. Os registros semanais devem ser abertos nesta quarta-feira depois de decisão do governo e setor produtivo na véspera.
Os investidores esperam o novo relatório de registros semanais de exportação que será divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) nesta quinta-feira (05).