Às 07 h 39 (horário de Brasília) desta quinta-feira (05), a soja na Bolsa de Chicago recuava 1,75 ponto e 0,19% no maio e no julho, negociados a US$ cents 905.50/bushel e US$ cents 913.50/bushel, respectivamente.
No fechamento de quarta-feira (04), a soja subiu 3,75 pontos e 0,42% no contrato de maio, negociada a US$ cents 907.25/bushel. O julho registrou avanço de 1,75 ponto e 0,19%, a US$ cents 915.25/bushel.
A oleaginosa opera em queda com realização de lucros ante a alta na véspera. Além disso, investidores esperam novidades para que possam retornar mais ativamente aos negócios. Ainda há a proximidade do vencimento do contrato de março para o maio.
Além disso, segue atenção para o avanço do coronavírus. Por outro lado, vale lembrar que o mercado recebeu de forma positiva o corte nas taxas de juros aplicado pelo Federal Reserve (FED) em uma medida emergencial para conter os impactos dos COVID-19 na economia dos EUA.
Por outro lado, a decisão do governo argentino de aumentar os impostos sobre as exportações de soja para 76% da produção do país tende a ser um fator de suporte às cotações. Os investidores ainda esperam novas compras significativas da soja norte-americana pela China, a fim de cumprir a primeira fase do acordo comercial.
O novo relatório de registros semanais de exportação que será divulgado pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) nesta quinta-feira (05).