Às 08 h 26 (horário de Brasília) desta quinta-feira (13), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de setembro avançava 8,00 pontos e 0,91%, a US$ 888.50/bushel. O novembro subia 8.00 pontos e 0,91%, a US$ 891.00/bushel.
No fechamento de quarta-feira (12), a oleaginosa subiu 10,00 ponto e 0,15% no contrato de setembro, a 880.50/bushel. O novembro avançou 9,50 pontos e 1,09%, a US$ cents 883.00/bushel.
Os futuros da soja voltam ao campo positivo após forte oscilação na véspera devido à perspectiva de melhora na demanda chinesa nesta semana e repercutindo algumas das indicações do relatório mensal de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).
O relatório trouxe recuo nos estoques da safra 2019/20 dos Estados Unidos e globalmente aquém das expectativas nas duas safras, apesar de avanço na produção e estoques norte-americanos da safra nova. Além disso, as importações chinesas em 2020/21 passaram para 99 milhões de toneladas.
Por outro lado, o mercado continua atento à previsão chuvas favoráveis ao desenvolvimento da oleaginosa no Meio-Oeste dos EUA. Apesar de atenção pera a temporada de furacões, assim como fenômeno climático chamado “derecho” em áreas de milho no início da semana.
Ainda é esperado para hoje o novo relatório de registros semanais de exportação do USDA.