Às 08 h 04 (horário de Brasília) desta quinta-feira (03), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro subia 4,00 pontos e 0,42%, a US$ 966.00/bushel. O março avançava 3,00 pontos e 0,31%, a US$ 972.75/bushel.
No fechamento de quarta-feira (02), a oleaginosa subiu 7,25 pontos e 0,79% no contrato de novembro, a US$ 962.00. O março avançou 7,25 pontos e 0,75%, a US$ 968.25/bushel.
Os futuros da soja são valorizados nesta sessão, testando nas máximas os maiores patamares desde janeiro, ainda repercutindo a expectativa pela demanda chinesa pelos produtos agrícolas norte-americanos que estava aquecida nos últimos dias. Apesar disso, nenhum anúncio acima de 100 mil toneladas ocorreu nesta semana ao gigante asiático.
O mercado espera que a China realize novas compras até amanhã para continuar honrando o acordo comercial “fase 1” com os EUA.
A previsão climática se mantém semelhante aos dias anteriores no Meio-Oeste dos EUA, com previsão de seca nos próximos dias, apesar de temperaturas dentro a levemente abaixo da média para os próximos dias. As lavouras de grãos tiveram recente piora da condição.
Os investidores esperam o novo relatório de registros semanais de exportação que será divulgado ainda hoje pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).