Às 08 h 32 (horário de Brasília) desta quarta-feira (01), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto subia 4,75 pontos e 0,54%, cotado a US$ 883.50/bushel. O setembro se valorizava em 4,25 pontos e 0,48%, a US$ 881.25/bushel.
No fechamento de terça-feira (30), a oleaginosa subiu 17,75 pontos e 2,05% no contrato de julho, a 884.25/bushel. O agosto avançou 17,25 pontos e 2%, a US$ cents 878.75/bushel.
Os futuros da oleaginosa vêm sendo influenciados pelos dados do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) divulgados na véspera de área plantada na safra 2020/21 e estoques, que ficaram abaixo do esperado.
Foram apontados 33,92 milhões de hectares plantados de soja nos EUA na temporada, enquanto o mercado esperava 34,30 milhões de ha.
Em relação aos estoques, em 1º de junho, foram estimados em 37,72 milhões de toneladas da oleaginosa sobre as 37,90 milhões de t esperadas e relatório de estoques até 1 de junho de 2019 de 48,52 milhões de t.
Por outro lado, à medida em que a semana passa, os investidores ficam mais ansiosos na espera pelas compras chinesas robustas de produtos agrícolas norte-americanos alinhadas ao cumprimento do acordo comercial entre as potências firmado em janeiro de 2020.
Os investidores continuam atentos aos principais acontecimentos do território autônomo de Hong Kong com a promulgação da lei de segurança nacional nesta semana.