Soja registra queda forte no pregão noturno da CBOT

Às 08 h 12 (horário de Brasília) desta terça-feira (28), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto perdia 7,25 pontos e 0,80%, a US$ 899.25/bushel. O setembro se desvalorizava 10,25 pontos e 1,14%, a US$ 888.50/bushel.

No fechamento de segunda-feira (27), a oleaginosa subiu 1,75 ponto e 0,38% no contrato de agosto, a 906.50/bushel. O setembro ficou estável a US$ cents 898.75/bushel.

Apesar do bom desempenho das vendas de soja na véspera para a China e México com 132 mil toneladas e 250,3 mil t, respectivamente. Os futuros voltam a cair nesta manhã com as previsões climáticas favoráveis na maior parte da região agrícola do Meio-Oeste.

Em complemento, as lavouras de soja dos Estados Unidos em condições boas/excelentes atingiram 72% no mesmo período, ante 69% na semana anterior, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, na sigla em inglês). As áreas com condição regular atingiam 22% e ruim/muito ruim representavam 6%.

A soja ainda tinha 76% da área prevista em floração, ante 52% no mesmo período de 2019, e 43% em formação de vagem.

Além disso, os embarques semanais divulgados na véspera, também, pelo USDA foram considerados fracos, com 473 mil toneladas até dia 23 de julho. Aproximadamente 60% abaixo da média semanal de 1,22 milhão de t referente à safra 2019/20.

Os rumos do acordo comercial continuam sendo avaliados diariamente pelos negociadores da oleaginosa devido aos inúmeros episódios entre as potências. A imprensa internacional apontou que apesar da China estar comprando produtos norte-americanos, as quantidades não parecem suficientes para o cumprimento da cota de US$ 36,5 bilhões em produtos agrícolas.