Às 11 h 49 (horário de Brasília) desta sexta-feira (26), a soja na Bolsa de Chicago recuava 3,25 pontos e 0,37% no contrato de julho, negociada a US$ cents 866.00/bushel. O agosto perdia 3,50 pontos e 0,40%, a US$ cents 863.00/bushel.
Os futuros da oleaginosa continuam em baixa na CBOT ainda acompanhando informações de clima favorável em áreas de produção dos Estados Unidos com finalização dos trabalhos de plantio no país. Além disso, há pressão com financeiro instável no dia.
A nova onda de contaminações temida pelo mercado continua, com aumento de casos em vários estados norte-americanos e em países como Austrália e Coreia do Sul. O estado norte-americano do Texas, por exemplo, decidiu suspender temporariamente as reaberturas econômicas.
Por outro lado, hoje, o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) informou a venda de 132 mil toneladas de soja para a China com envios durante a campanha 2020/21, mas o mercado espera volumes mais expressivos como parte do acordo comercial “fase 1”.
Na véspera, o USDA reportou ainda que o registro semanal de exportação da soja da safra 2019/20 dos Estados Unidos totalizou 602 mil toneladas até 18 de junho. Uma alta de 11,90% sobre as 538 mil t na semana anterior e das 10 mil t necessárias para totalizar a temporada.
Da safra 2020/21, foram registradas mais 561 mil t da oleaginosa ante 1,38 milhão de t na semana anterior, com queda de 59,35%. A média semanal é de 4,97 milhões de t.