Às 08 h 18 (horário de Brasília) desta quarta-feira (08), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de agosto perdia 3,75 pontos e 0,42%, a US$ 893.00/bushel. O setembro se desvalorizava em 4,00 pontos e 0,45%, a US$ 892.50/bushel.
No fechamento de terça-feira (07), a oleaginosa recuou 1,75 ponto e 0,19% no contrato de agosto, a 896.75/bushel. O setembro perdeu 2,50 pontos e 0,28%, a US$ cents 896.50/bushel.
A oleaginosa é desvalorizada nas negociações deste pregão na CBOT ainda repercutindo as condições das lavouras apontadas pelo Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês) no início da semana com 71% classificadas como boas/excelentes até o dia 05, mesmo percentual da divulgação anterior.
O aumento da área de produção da América do Sul em 2020 também é um dos fatores que pressionam os futuros da oleaginosa, além de movimento de realização de lucros ante os últimos dias. O mercado também monitora a ausência de compras chinesas depois de volumes registrados no início desta semana.
Nesta semana, também foi divulgado pelo USDA o novo relatório de embarques semanais com 522 mil toneladas embarcadas na semana finalizada no dia 02 de julho, uma queda de 45% sobre a média semanal de 946 mil t necessária para totalizar as estimativas de exportação da safra, apesar de alta ante a semana anterior.
A ameaça de um clima adverso para a soja tem sido reduzida nesta semana com maior umidade em áreas de cultivo norte-americanas, apesar de previsão de temperaturas acima da média para os próximos dias no Meio-Oeste dos Estados Unidos. Para amanhã, é esperado o novo relatório de registros semanais de exportação do USDA.