Soja registra queda leve no pregão noturno da CBOT

Às 08 h 25 (horário de Brasília) desta sexta-feira (07), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de setembro perdia 2,00 pontos e 0,29%, a US$ 872.25/bushel. O novembro recuava 2,25 pontos e 0,26%, a US$ 875.75/bushel.

No fechamento de quinta-feira (06), a oleaginosa perdeu 1,50 ponto e 0,17% no contrato de setembro, a 874.75/bushel. O novembro recuou 0,75 ponto e 0,09% a US$ cents 878.00/bushel.

Os futuros da soja continuam pressionado pela previsão de clima favorável ao desenvolvimento das lavouras nos Estados Unidos, com chuvas pelos próximos sete dias em praticamente todo o Meio-Oeste, apesar da tendência de temperaturas levemente acima da média, o que não causa preocupação no momento.

A condição climática eleva o sentimento do mercado para uma safra cheia no país, além das expectativas com outras origens, como o Brasil.

Por outro lado, há suporte pela divulgação dos registros semanais de exportação dos EUA com 1,75 milhão de toneladas nas duas safras. De 2020/21, foram 1,40 milhão de t da oleaginosa vendidas na semana finalizada no dia 30, sendo 474 mil t para a China (abaixo das 1,98 milhão de t na semana passada), segundo o Departamento de Agricultura do país (USDA, sigla em inglês), na véspera.

Uma queda de 58% sobre as 3,34 milhões de t na semana anterior, mas o volume na safra ficou 80% acima da média semanal necessária para totalizar a safra. Além disso, o USDA reportou ontem a venda de 126 mil t da soja norte-americana para a China no ano comercial 20/2021. A venda foi considerada insatisfatória devido objetivo do país em acelerar as compras do acordo comercial.

O mercado observa o caminhar das tensões entre EUA e China e a chamada Guerra Fria 2.0.