Às 08 h 23 (horário de Brasília) desta terça-feira (15), a soja na Bolsa de Chicago no contrato de novembro subia 4,75 pontos e 0,48%, a US$ 1004.25/bushel. O março avançava 5,75 pontos e 0,57%, a US$ 1007.75/bushel. O mercado da oleaginosa registra alta por mais de 10 sessões nos últimos dias.
No fechamento de segunda-feira (14), a oleaginosa subiu 3,00 pontos e 0,27% no contrato de novembro, a US$ 996.50/bushel. O março avançou 4,00 pontos e 0,40%, a US$ 1003.25/bushel.
O mercado da soja repercute nesta manhã a piora nas condições das lavouras dos Estados Unidos. As plantações em condições boas/excelentes atingiram 63% até dia 13 de setembro, ante 65% da semana anterior, regulares atingiam 26% e ruim/muito ruim representavam 11%, segundo o Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, sigla em inglês).
De acordo com o Centro de Previsão Meteorológica (WPC) da Administração Nacional Oceânica e Atmosférica (NOAA, sigla em inglês), a previsão é de clima seco para a maior parte das áreas do Meio-Oeste nos próximos dias, contribuindo para os avanços. As chuvas que ocorrerem nos próximos cinco dias serão isoladas e pouco volumosas.
A DATAGRO também informou na véspera, com base nos dados do USDA, que os embarques da soja norte-americana atingiram 1,28 milhão de toneladas até a semana do dia 10 de setembro, 17% acima da média semanal de 1,10 milhão de t necessária para totalizar a safra atual. No comparativo semanal, houve uma queda de 8% sobre 1,40 milhão de t na semana anterior.
Os negociadores esperam mais compras chinesas dos produtos agrícolas dos EUA nesta semana a fim de manter o acordo comercial entre as potências.