No fechamento às 16 h 30 (horário de Brasília) desta sexta-feira (06), a soja na Bolsa de Chicago (CBOT) recuou 5,75 pontos e 0,64%, no contrato de maio, negociada a US$ cents 891.25/bushel. O julho recuou 5,00 pontos e 0,55%, a US$ cents 900.00/bushel.
Os futuros estenderam as perdas da véspera ainda com atenção para o avanço do coronavírus e seus impactos para a economia global. Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), mais de 100 mil pessoas já foram contaminadas em todo o mundo e mais de 3.400 morreram.
Além disso, o mercado da oleaginosa sente falta de sinalizações mais significativas sobre a demanda chinesa, apesar de o país conceder isenções tarifárias para esmagadores na importação de soja dos EUA por um período de um ano, em linha com o acordo “fase 1”.
Na véspera, os registros de exportação dos Estados Unidos apontaram que apenas 6 mil toneladas foram vendidas para a China na semana encerrada em 27 de fevereiro, segundo o Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês), o menor volume desde 5 de setembro de 2019.
O USDA, inclusive, precisou adiar missão comercial ao Marrocos por conta da detecção do vírus no país.