Às 14 h 28 (horário de Brasília), desta segunda-feira (09), o contrato de janeiro da soja registrava salto de 11,25 pontos e 1,02% na Bolsa de Chicago (CBOT), negociado a US$ cents 1112.50/bushel. O março subia 11,00 pontos e 1,00%, a US$ cents 1110.25/bushel.
A sessão acompanha a atualização do relatório de oferta e demanda do Departamento de Agricultura dos Estados Unidos (USDA, na sigla em inglês) divulgado há pouco com corte além do esperado para a safra atual.
A produção da safra 2020/21 dos EUA foi estimada em 113,50 milhões de toneladas em novembro, bem abaixo da expectativa de 115,60 milhões de t e 116,15 milhões de t em outubro.
Já os estoques do país ficaram em 5,17 milhões de t, abaixo das 6,60 milhões de t esperadas e das 7,90 milhões de t no mês passado. O estocado no mundo da safra atual ficou estimado em 86,52 milhões de t, também abaixo das 88,70 milhões de t em outubro e da expectativa dos analistas.
Além disso, o mercado acompanha o clima da América do Sul e a previsão de chuvas desfavoráveis aos trabalhos de colheita no Meio-Oeste dos EUA pelos próximos cinco dias.
A demanda aquecida pela soja norte-americana e outros produtos agrícolas do país também segue motivando os preços nesta semana.
Já no lado negativo, o USDA apontou um avanço de 5 pontos percentuais na colheita americana na semana do dia 08 de novembro, indo de 87% para 92%. Os trabalhos estão cima da média histórica de 90% para o período.