No fechamento desta quinta-feira (08), às 16 h 55 (horário de Brasília), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) saltou 2,21% e foi negociado a R$ 70,96/saca (no pregão anterior fechou a R$ 69,42/saca). Na máxima do dia, atingiu o recorde nominal de R$ 71,05/saca, novo recorde nominal. Enquanto o março ganhou 0,60%, a R$ 70,00/saca (sobre R$ 69,58/saca).
A sessão foi influenciada pelo movimento altista dos últimos dias, visto que o spot cereal já acumula valorização semanal de 6,21% e mensal de 6,88%.
Além disso, a Consultoria DATAGRO apontou mais cedo que a comercialização do milho da safra de inverno 2020 no Centro-Sul do Brasil registrou um avanço acima da média, para 83% da produção na apuração até o dia 2 de outubro, sobre 76% no mês anterior e média de 73%.
Em contrapartida, a previsão de continuidade do clima seco e de temperaturas elevadas para o Brasil todo nesta semana deve favorecer a favorece a colheita da safrinha nas poucas áreas restantes, o que impacta os preços na B3 de forma negativa. Apesar de a condição prejudicar o plantio recém-iniciado da safra de verão.
Mas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) chuvas leves e isoladas devem atingir parte do Sul e Sudeste já nas próximas horas.
Mas, segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) chuvas leves e isoladas devem atingir parte do Sul e Sudeste já nas próximas horas.
Por outro lado, na Bolsa de Chicago (CBOT), as negociações da soja, milho e trigo mole recuaram.