No fechamento desta quarta-feira (30), às 16 h 51 (horário de Brasília), o contrato de novembro do milho cotado na Bolsa Brasileira (B3) subiu 1,72% e foi negociado a R$ 66,46/saca (no pregão anterior fechou a R$ 65,33/saca). Durante a sessão o spot atingiu o novo recorde nominal histórico de R$ 66,75/saca. Enquanto o março saltou 2,18%, a R$ 66,50/saca (sobre R$ 65,08/saca).
A sessão acompanhou as valorizações na Bolsa de Chicago (CBOT) em função relatório dos estoques trimestrais em 1º de setembro de 2020 divulgado nesta tarde pelo Departamento de Agricultura dos do país (USDA, sigla em inglês). O contrato spot da soja saltou 30,50 pontos, 28,50 pontos no trigo mole e 14,25 pontos no milho.
No cenário interno, a oferta interna limitada, demanda aquecida e preço do frete livre a bordo (FOB, em inglês) forte sustentaram os ganhos na B3
O mercado também segue de olho na previsão de temperaturas elevadas e tempo seco em todas as regiões do Brasil com o plantio da safra de verão em início, apesar de favorecer a finalização da colheita da safrinha. O Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet) também alertou que a umidade baixa deve permanecer baixa no Brasil-Central e Centro-Norte.
A DATAGRO Consultoria também apontou que o plantio do milho de verão 2020/21 atingiu 26,2% da área esperada até dia 25 de setembro, com atraso das chuvas. O resultado ficou 4,5 pontos percentuais acima dos 21,7% na semana anterior.