No fechamento, às 15 h 30 (horário de Brasília) desta sexta-feira (10), o vencimento setembro do trigo mole na Bolsa de Chicago (CBOT) registrou alta de 9,00 pontos e 1,71%, cotado a US$ cents 534,00/bushel.
O trigo duro, na Bolsa de Kansas, no mesmo vencimento, teve queda de 4,75 pontos e 1,04%, a US$ cents 454,75/bushel.
O mercado do trigo seguiu em alta na sessão desta sexta-feira com atenção para os sinais de oferta ajustada na safra 2020/21 após corte na produção de diversos exportadores, como da Argentina, França, Rússia e na Ucrânia, além da confirmação de produção menor também nos Estados Unidos.
A safra norte-americana do cereal foi reduzida para 49,63 milhões de t ante expectativa de 50,20 milhões de t e 51,09 milhões de t no último relatório, segundo divulgação hoje do Departamento de Agricultura dos EUA (USDA, sigla em inglês).
Os estoques finais na temporada do país foram estimados em 25,65 milhões de t sobre expectativa de 25,90 milhões de t. Enquanto os estoques mundiais na safra 2020/21 foram apontados em 314,84 milhões de t ante expectativa de 315,70 milhões de t.
Mais cedo, o USDA ainda reportou venda de 190 mil t de trigo duro vermelho de primavera para a China e mais 130 mil t de trigo duro vermelho de inverno. Ambos os anúncios foram para 2020/21.
Por outro lado, movimentos técnicos foram registrados em Kansas, além de pressão do financeiro com temores pelos avanços do coronavírus nos EUA, além dos registros de exportação na véspera abaixo da semana anterior e da média semanal para totalizar as estimativas na temporada.